São Paulo 0 x 1 Botafogo-RJ, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 14/08/2016

Futebol é futebol, mas perder em casa para esse Botafogo-RJ é para mim chocante, surpreendente. O Botafogo-RJ tinha 1 vitória (Inter-RS), 2 empates (Coritiba e Sport) e 6 derrotas (Atlético-MG, Chapecoense, Corinthians, Fluminense, Ponte Preta e Santos) fora de casa até domingo. O São Paulo teve lá suas chances de marcar e vencer. Mas o gol de Sassá aos 48 minutos do segundo tempo sublimou a campanha indigente do São Paulo no Campeonato Brasileiro 2016. Os bons momentos em 2016 foram poucos, e vão ficando cada vez mais perdidos numa névoa incrível de falta de capacidade de jogar bem, se impor, decidir, marcar, ganhar. Uma atitude que apareceu poucas vezes no ano. Tiramos Ricardo Gomes do super Botafogo. E …?

14.399 torcedores, com cerca de 200 felizes botafoguenses. Torcida tricolor devendo em presença.

Não sou contra o terceiro uniforme (nem esse amarelo). Mas deveria haver critério mais rigoroso de uso. Talvez na Copa do Brasil e alguns jogos do Brasileiro fora de casa, exceto o 1º jogo com o uniforme, que tem que ser em casa mesmo. Final de FA Cup, que é o que de mais tradicional existe no futebol, é a mãe do 3º uniforme. Mas é tema polêmico.

Voltamos contra o Juventude, pela Copa do Brasil, dia 24/08.

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São Paulo 1 x 2 Atlético-MG, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 04/08/2016

Registros atrasados e ofuscados pela vitória de hoje sobre Santa Cruz.

Na última partida do Bauza como técnico do São Paulo, a impressão que ficou é de que o sistema defensivo, que era uma das especialidades do Bauza, não vai tão bem. Contra Chapecoense e Atlético-MG, para ficarmos nos jogos recentes, foram 2 gols em curto intervalo em cada um desses jogos. Levando o time a correr atrás do resultado na maior parte do jogo, desgastando. Mas não faltou luta nunca. E a torcida reconheceu a luta em ambos jogos. E esse fica sendo o legado principal do Bauza. Que não seja perdido.

Chávez agradou. E confirmou a boa impressão no jogo de hoje.

15.717 torcedores, com cerca de 700 atleticanos.

Voltamos ao Morumbi contra o Botafogo-RJ no dia dos pais.

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São Paulo 2 x 2 Chapecoense, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 31/07/2016

Um mal resultado. Em casa, recorde de público do campeonato, dois grandes vacilos defensivos e o empate contra a Chapecoense, que nos deixa com os mesmos 23 pontos que a Chapecoense, uma posição abaixo do que no começo da rodada, com os mesmos 10 pontos de distância em relação ao líder. Embora o São Paulo nunca tenha ganho da Chapecoense no Morumbi, é jogo dos que se sai de casa pensando que vai ganhar. De novo não foi assim. De 8 jogos em casa neste Campeonato, não ganhamos 4. Inter-RS, Atlético-PR, Sport e Chapecoense. 8 pontos perdidos. A diferença para o G4.

Mas foi um bom resultado. Por reverter o 0 a 2 conseguido pela Chapecoense logo no início. Pelo empenho. Pelo bom e brigado futebol do Cueva. Pelo reconhecimento da torcida ao final do jogo.

54.996 torcedores, com cerca de 150 torcedores da Chapecoense. Esse horário das 11h00 tem um efeito incrível. Eu acho que de tanto falarem que ele atrai famílias, crianças, que os estádios lotam etc., tudo isso acaba acontecendo mesmo.

5ª feira tem jogo dificílimo contra o Atlético-MG no Morumbi.

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São Paulo 3 x 0 América-MG, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 10/07/2016

Os reservas fizeram o que tinham que fazer contra o lanterna do Campeonato Brasileiro. Somar os 3 pontos. Que a vitória traga melhores ventos para o Kardec, depois desses dois gols. Lyanco (que formou dupla de zaga com Maicon) e Cueva chamaram também a atenção.

8.198 torcedores, com pouco mais de uma dezena de torcedores do América-MG. Público baixo, mas que apoiou o time e os jogadores. Todos foram aplaudidos. Reduzido número de torcedores das organizadas, que viram o jogo (como eu) da antiga amarela, ainda no rescaldo dos incidentes da quarta-feira passada, ao fim do jogo da Libertadores, com um protesto um tanto inócuo de não se manifestarem no 1º tempo. Os dois gols e os demais torcedores não deram muito espaço para que o protesto fosse sentido. Clima ainda quente, ressentimentos fortes de lado a lado. O melhor seria todos nós são-paulinos juntos, pelo São Paulo, e não uns contra os outros. Utópico, difícil, mas quero acreditar que dá. Como quero acreditar também em resultado favorável no jogo desta 4ª feira.

Itaquerão sem visitante, estou fora.

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São Paulo 0 x 2 Atlético Nacional de Medellín, Morumbi, Libertadores, 06/07/2016

A noite de 61.766 torcedores (cerca de 1.200 do Atlético Nacional) começou com apreensão e expectativa. O São Paulo teve suas chances de gol, mas não conseguiu convertê-las. O Atlético Nacional marcava muito bem e também teve suas chances. Caminhava, talvez, para um zero a zero, que não seria ótimo nem horrível. Mantinha o jogo aberto para Medellín. A expulsão do Maicon (erro do árbitro, mas estupidez da parte do Maicon também) selou o destino da partida. Desequilibrou o jogo e deu o espaço para o Atlético Nacional praticar seu bom e rápido toque de bola. Tenho dúvidas se Lugano na zaga após a expulsão do Maicon teria levado a destino diferente. Está feito. Grande derrota, dessas que o futebol impõe por vezes.

Domingo vamos ao Morumbi ver os reservas contra o América-MG. 4ª feira, aquele último fiozinho de esperança, pela TV mesmo.

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Ponte Preta 1 x 0 São Paulo, Moisés Lucarelli, Campeonato Brasileiro, 03/06/2016

Os reservas, com um a menos (expulsão sem vergonha por um juiz pilantra), fora de casa, iam segurando o empate contra a Ponte Preta. Centurión perde a bola no meio campo e desiste de tentar ir atrás de quem a roubou dele. Cruzamento feito, chute, rebota para o meio da área e gol da Ponte Preta. O jogo é coletivo, mas parece que não dá mais pé brigar contra certas individualidades. É murro em ponta de faca, com final já acontecido, conhecido e repetido.

A expulsão do Matheus Reis foi cena para a história da arbitragem brasileira. É claro que ele fez a falta e levou o amarelo. Juiz se posiciona de frente para a área do São Paulo, vai autorizar a cobrança, mas no espaço de um minuto, volta atrás e mostra o vermelho para o Matheus Reis. Na súmula disse que revogou o amarelo e mostrou o vermelho ao ser avisado pelo 4º árbitro de que a lesão no jogador da Ponte Preta tinha sido grave. Tão grave que o rapaz periga ter voltado a tempo da cobrança de falta, teve tempo para pegar o Cueva e levar o amarelo dele, para então sair aos 25 minutos. Não sei se para evitar sua própria expulsão ou se para completar a encenação protaganizada por Eduardo Batista e Furlan, este um pilantra incompetente, como é regra para juiz de futebol brasileiro.

5.551 torcedores, com poucos são-paulinos, 7 ônibus de organizadas retidos do lado de fora do estádio, em uma rodada dessa campanha bem mais ou menos (mais para menos) do São Paulo no Brasileiro, no dia em que nasceu meu 4º sobrinho.

4ª feira é no Morumbi, contra o Atlético Nacional.

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São Paulo 2 x 1 Fluminense, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 29/06/2016

3 pontos importantes, que não nos deixam descolar tanto do G4 e do líder. Poderia ter sido o último jogo do Maicon. Poderia ter sido mais um jogo em branco do Kardec. Poderia ter sido mais um jogo sem vitória em casa. Mas poderia não ter sido o jogo em que o Ganso sofreu estiramento para tirá-lo do 1º jogo das semifinais, e talvez também do 2º jogo e talvez também das finais, se o São Paulo chegar lá. Um ingrediente a mais dessa caminhada lutada e sofrida na Libertadores 2016. Vamos encarar mais essa.

O Cueva, principalmente no 1º tempo, foi muito bem. Como o Ganso, saiu de campo mancando. E quis pegar no braço o jogador do Fluminense que fez a falta nele, já mais para o fim do jogo. Muito boa estréia.

10.323 torcedores, com umas duas centenas de torcedores do Fluminense, acomodados mais para a arquibancada central em vista da reforma de diminuição do setor visitante para o jogo contra o Atlético Nacional de Medellín.

Bem possível ir para Campinas ver os reservas enfrentarem a Ponte Preta domingo.

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