São Paulo 3 x 2 São Bento, Morumbi, Campeonato Paulista, 21/02/2017

Empatar de novo, por 2 a 2 de novo, depois de estar na frente de novo, teria sido muito frustrante. Por isso Cueva, que perdeu boas chances no 1o e no 2o tempo, merece o destaque por assumir a bronca de bater o penalty aos 40o do segundo tempo.

São Paulo está se habituando a ter que correr atrás do prejuízo. Tem o lado positivo, do poder de reação. Mas desgasta. Como escreveu meu amigo Michel, “temos que aprender a matar o jogo”.

E o que estou para escrever desde o jogo contra a Ponte Preta: a volta do Hell’s Bells na entrada do time em campo. Só os sinos. Depois já emendam o ridículo hino do Campeonato Paulista. Mas vai melhor que nada.

14.011 torcedores. O público excelente dos jogos contra a Ponte Preta e contra o Mirassol não se sustentou numa terça-feira, com o 3o jogo em casa no mês. Algumas dezenas de torcedores do São Bento, que começou muito
mal o ano.

Sábado tem estrada para Novo Horizonte…

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São Paulo 2 x 2 Mirassol, Morumbi, Campeonato Paulista, 18/02/2017

O empate não foi o que queríamos nem o que imaginávamos depois de abrir 2 a 0 no placar já no começo do segundo tempo, com o estreante Pratto e com o Rodrigo Caio, ambos de cabeça.

Maicon, que cruzou com perfeição para o gol do Rodrigo Caio perdeu a bola de frente para a área no lance do 1º gol do Mirassol. E dizem ainda falhou no gol de empate nos acréscimos (não revi na TV). Sobre o Maicon, o mais importante é que ele assumiu a bronca nas entrevistas pós-jogo. Ele errou, assumiu o erro. Não pode mais errar assim. E vamos para a próxima.

Vejo que Neílton e Lucas Fernandes no lugar de Luiz Araújo e Cueva fizeram diminuir a efetividade do jogo do São Paulo. Creio que o empate se deu muito por isso, não só pela falha assumida do Maicon. No caso do Lucas Fernandes, voltando de contusão, entende-se. O caso do Neílton intriga mais, depois do jogo da Vila Belmiro e do jogo de ontem.

43.961 torcedores no estádio, com algumas dezenas de torcedores do Mirassol, que encararam os 451 km. de estrada e comemoraram a reação do time do capitão Edson Silva.

Terça é no Morumbi contra o São Bento. Esperamos que com o 3º excelente público seguido. E que venham uma boa partida e a vitória.

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Santos 1 x 3 São Paulo, Vila Belmiro, Campeonato Paulista,15/02/2017

Rodeado de santistas nas cadeiras de fundo da Vila Belmiro, pude ouvir os comentários pré-partida. Era jogo para o Santos ganhar de 3 a 0, 4 a 0, fácil, fácil. Os meninos da vila é que são bons, os de Cotia são enganação. Dorival Jr. é estrategista, Rogério Ceni nem é técnico, mas ex-goleiro no banco. Além disso, o São Paulo é freguês e por aí vai. Depois do gol do Santos, aos 10 minutos, já não se falava em 3 a 0 ou 4 a 0. Mas em 5, 6 e até 7. Por tudo isso, assistindo lá quietinho a “bola para um lado, goleiro para o outro” do Cueva e aos dois fulminantes gols do Luiz Araújo, o gestual do Cueva depois de converter o penalty foi a expressão dos votos que envio aos santistas ao meu redor. Repitam, por favor, que não ouvi. É isso. Com respeito, é claro. Um abraço aos meus amigos santistas, aliás.

Sábado pegamos o Mirassol 100%. Vamos lá.

11.320 torcedores. Quantos São-Paulinos? Nunca saberemos.

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São Paulo 5 x 2 Ponte Preta, Morumbi, Campeonato Paulista, 12/02/2017

50.952 torcedores para o primeiro jogo do Rogério Ceni como técnico no Morumbi.

5 a 2, que chegou a ser 5 a 1 de virada, e que só foi 5 a 2 (e não 6 ou 7 a 1) porque o time passou a procurar a jogada vistosa ao invés do gol. Tema para o Rogério pegar no pé dos jogadores.

150o jogo do Aranha com a camisa da Ponte Preta. 1 gol para cada 30 jogos, como homenagem.

Minutos e minutos do hino nacional, executado por completo. Uma idiotice sem tamanho.

Cerca de 300 ponte-pretanos, que foram quase todos embora quando se deu o 5 a 1.

Que a torcida não perca o fôlego e marque boa presença contra o Mirassol sábado. Antes vamos espiar o Santos x São Paulo na Vila Belmiro.

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Osasco Audax 4 x 2 São Paulo, Arena Barueri, Campeonato Paulista, 05/02/2017

Não foi o começo que queríamos ver. Depois de superar o 0 a 2 posto pelo Audax já aos 8 minutos de jogo e buscar o empate, o São Paulo sucumbiu no segundo tempo. Esteve presente no campo de ataque, mas teve poucas chances efetivas para diminuir. Setor defensivo muito desastrado, batendo cabeça e incapaz de sair jogando diante da marcação adiantada do Osasco Audax. Rogério terá muito trabalho e o torcedor vai precisar de sangue frio. A perspectiva é de jogos difíceis contra a Ponte Preta e principalmente contra o Santos na Vila Belmiro, logo após a eliminatória contra o Moto Club em São Luís.

O boicote da torcida funcionou bem. Pareciam ainda menos, mas foram divulgados 2.219 torcedores presentes ao estádio. Sem maiores reações, nem de um lado nem de outro.

Voltamos contra a Ponte Preta, domingo, no Morumbi.

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São Paulo 5 x 0 Santa Cruz, Pacaembu, Campeonato Brasileiro, 11/12/2016

No duelo de tricolores que vestem preto, branco e vermelho, o São Paulo, de preto, despediu-se de 2016 batendo por 5 a 0 o rebaixado Santa Cruz, de verde, no Pacaembu. Nada usual. Embora em 1987, pela Copa União, eu tenha vista com o meu pai um São Paulo 3 x 0 Santa Cruz, no Pacaembu, os três golos do Müller. Mas tanto São Paulo (uniforme 2) como Santa Cruz (uniforme 1) com seus tradicionais uniformes tricolores.

O jogo de domingo passado fica marcado pelas homenagens aos mortos no trágico acidente da Chapecoense. Corneta militar fúnebre, torcedores vestindo a camisa da Chapecoense, faixas pró-Chapecoense no estádio, o grito de “vamo vamo Chape”.

Para além disso, o jogo encerra razoavelmente um ano que não foi bom. Mas que esteve a dois jogos de ser ótimo, no caminho pela Libertadores. E que por vezes pareceu que seria péssimo e traumático, até o jogo contra o Fluminense em Edson Passos. Passando por um 4 a 0 em cima do Corinthians.

2017, que venha com Rogério Ceni, e que os de sempre estejamos lá.

17.798 torcedores, com cerca de 50 torcedores do Santa Cruz (dentre eles dois gringuíssimos falando inglês, um com a camisa número 1 e o outro com a camisa número dois, pelos quais passei depois do jogo fora do estádio).

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