São Paulo 2 x 0 Flamengo, Pacaembu, Campeonato Brasileiro, 22/10/2017

O jogo de ontem teve um quê de antítese da derrota para o Fluminense quarta-feira passada. Tanto na sensação ao final do jogo como na postura do São Paulo em campo. O Flamengo não esteve a vontade em campo, ao contrário do que permitimos ao Fluminense.

Sem acompanhar treinos e bastidores, fica difícil de entender como o Jucilei ficou no banco de reservas tantos jogos. E se pensarmos que ele entrou devido ao acaso das dores do Maicossuel, que seria o substituto do Lucas Fernandes, viva o acaso. Dorival elogiou o comportamento do Jucilei nos treinos. Mas o fato é que ele não vinha nem entrando no decorrer dos jogos. A partida do Jucilei foi peça chave para a vitória. E Pratto e Hernanes voltando a marcar. E Cueva bem, como contra o Atlético-PR. E sistema defensivo mais seguro. E Petros se desdobrando muito, como sempre.

Junior Tavares por Edmar acabou sendo troca acertada. Mais pela fase terrível do Tavares.

32.965 torcedores, com estimados 2.300 flamenguistas, que compraram todos os ingressos disponíveis (atualizarei quando a CBF divulgar o borderô).

Do nosso lado, mais gente do que contra o Atlético-PR, com o apoio importante, como vem sendo nesse nosso nervoso campeonato. Espero que sábado, 17h00, contra o Santos, tenhamos mais gente ainda.

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As fotos e o texto podem ser usados livremente com citação da fonte/autoria: https://jogosdosaopaulofc.wordpress.com// Luciano Amaral)

Fluminense 3 x 1 São Paulo, Maracanã, Campeonato Brasileiro, 18/10/2017

Não é surpresa que o São Paulo vem tendo várias apresentações indigentes neste Campeonato Brasileiro. A surpresa para mim é que eu ainda me surpreenda com essa indigência.

Alguns jogadores transparecem burrice e ingenuidade atroz. Algum técnico também. Mas é com esses que teremos que ir para a briga.

A nossa torcida também ainda me surpreende. Já nem deveria. Super presença, super apoio, não obstante a indigência, a burrice e a ingenuidade citadas. Se tem alguém fazendo o que pode nessa estória é a torcida, francamente. Fomos 2.982 visitantes, dentre os 22.999 torcedores presentes ao Maracanã.

O Maracanã é um caso a parte. Ouve-se que está em crise, abandonado e tal, e está mesmo. Meu 8º jogo no Maracaná pós-reforma da Copa e nunca vi o estádio tão imundo como estava ontem.

Domingo vamos para o Pacaembu, contra o Flamengo, às 17h. Mais um capítulo.

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São Paulo 2 x 1 Atlético-PR, Pacaembu, Campeonato Brasileiro, 14/10/2017

Pratto tirou a barba e fez o gol. Pensei em tirar a barba também. Mas me disseram que nessas horas delicadas é melhor não tomar nenhuma medida muito brusca. Tomei o conselho e vou aguardar.

O Pacaembu não pode receber os públicos que vimos tendo no Morumbi. Mas, penso que podíamos ter colocado mais gente do que os 26.883 (679 atleticanos). De outro lado, esses 26 mil que foram… vou te contar… A torcida esse ano atingiu alguns patamares acima, com presença e com apoio. Nem quando os mais pessimistas (eu, no caso deste sábado) puderam ter pensado que a vaca tinha ido para o brejo ouviu-se um fio de vaia ou se deixou de ouvir incessantes cânticos de apoio. Isso tem que ficar para daqui em diante, aconteça o que acontecer. Ainda mais porque já é certo que teremos importantes desfalques ano que vem nas arquibancadas, amigos que vão morar fora. Que voltem para ver jogos sempre que puderem.

Pratto e Maicosuel completeram com perfeição os perfeitos passes do Cueva. O time foi longe de ir perfeito. Mas fez o resultado que tinha que fazer.

Tem luta ainda. A começar de quarta-feira, contra o Fluminense no Maracanã. Estaremos lá.

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São Paulo 1 x 0 Sport, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 01/10/2017

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Sem ser uma grande atuação, foi uma grande vitória. Nos tira da zona de rebaixamento, um alívio e tanto. Mas saibamos todos que isso foi um pequeno e importante passo apenas. A luta em 2017 deve ir até o fim do campeonato. Não dá para imaginar nosso time deslanchando muito não. Ainda deve ter muito sofrimento pela frente.

Hoje coube ao Sidão nos livrar do pior. O empate naquela altura dos acréscimos seria uma facada no coração, uma tragédia. Sidão pôde deixar mais felizes e doces os aniversários dos super são-paulinos Hugo Pita e Rafael Techima. Merecido para eles e para todos nós outros que estivemos no estádio.

Além do Sidão, Arboleda e Pratto chamaram-me a atenção. Pratto, em particular, não faz mais gol mas participa demais do jogo. Arma, cruza, dá assistência, atrapalha a saída de bola do adversário. Imagine quando voltar a fazer gol. Há de voltar.

43.701 torcedores, com cerca de 300 rubro-negros. Próximos 5 jogos como mandante no Pacaembu. Nossos públicos serão menores do que vêm sendo no Morumbi. Manter acima de 30.000 por jogo já será muito bom.

O mosaico da Under Armour foi fraco. Eu não gosto muito de bandeiras e camisas de patrocinadores. Vi hoje que nem de mosaico. Mais valeria se liberassem bandeiras, papel, fumaça. Espontaneamente a festa ficaria muito mais bonita.

A 3ª camisa, preta, fez hoje sua première. Eu não sou contra terceira camisa. Mas, ver hoje o São Paulo de preto contra o Sport de … dourado? … foi esquisito. Acredito que a 3ª camisa deveria ser reservada a certos jogos fora de casa em certas competições, dentre Paulista, Copa do Brasil e Sulamericana. Eu mesmo fui ao jogo hoje com a 3ª camisa “a la Roma”.

Voltamos dia 14/10, 21h00, contra o Atlético-PR no Pacaembu.

São Paulo 1 x 1 Corinthians, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 24/09/2017

Foi uma boa e segura atuação do São Paulo. Sistema de marcação foi bem. Além do golaço do Petros, criamos outras chances de gol. O artilheiro Hernanes teve suas oportunidades e não ter conferido nenhuma foi ponto fora de sua média. Pratto, se continua na seca, brigou sempre lá na frente e também na marcação. Faltaram detalhes para a vitória. E não podemos dizer que o empate foi péssimo. Foi ruim pela boa partida que fizemos e porque o gol rival veio mais para o fim. Minha impressão é de que repetindo atuações como as de hoje vamos conseguir brigar pelos pontos que faltam para escapar do rebaixamento.

Pelo Corinthians, destaque para Wagner do Nascimento Magalhães. Preciso na defesa e no ataque, mostrou serviço quando exigido.

Apedrejar o ônibus do adversário é idiotice.

61.142 torcedores, recorde em estádios brasileiros no ano. Aconteça o que acontecer, esse é um legado que eu gostaria muito que ficasse. A presença e apoio marcantes da torcida.

Voltamos domingo, 16h00, contra o Sport no Morumbi.

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São Paulo 2 x 2 Ponte Preta, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 09/09/2017

Total decepção na noite de sábado. Antes do jogo – apesar da situação do time na tabela – a esperança e a expectativa eram de vitória. Jogo em casa (cheia), contra adversário direto na luta pela manutenção na 1ª Divisão. E, a bem da verdade, a Ponte desse ano não é um time que assusta fora de Campinas – embora tivesse eliminado do Campeonato Paulista o Santos de Dorival Jr. no Pacaembu. Mas também levou do São Paulo de Rogério Ceni um 5 a 2 no Morumbi.

Por tudo isso, o 2 a 0 com que saímos na frente do marcador parecia normal. Mas nosso time faz questão de mostrar que, quando se trata do atual São Paulo, menos que 3 a 0 ainda é resultado indefinido. O empate em poucos minutos, resultado final, foi bastante desaminador.

A torcida, com 43.724 torcedores, é que continua sendo digna de registro. A presença e o apoio eu diria que vem sendo inéditos. Tem que continuar assim daqui para frente, aconteça o que acontecer. Mesmo o encontro de hoje no CT da Barra Funda, que carregou críticas de muitos, me pareceu um momento bem melhor do que a invasão do ano passado. Quero acreditar num novo e melhor patamar para nossa torcida.

A fase vai tão ruim que, sem nenhuma explicação, o espaço do visitante foi dobrado, voltando ao antigo “lay-out”, com cerca de 3.000 lugares desperdiçados com cerca de 350 ponte-pretanos. Vai entender…

Boa viagem aos que vão para Salvador, bom jogo para nós. Voltamos contra o Corinthians, 11h00 de 24/09, no Morumbi (já com 26.000 ingressos vendidos).

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Avaí 1 x 1 São Paulo, Ressacada, Campeonato Brasileiro, 20/08/2017

Jogamos novamente de igual para igual contra um rival direto na luta contra o rebaixamento. O que não pode ser bom. E mostra porque estamos onde estamos na tabela. Está bem claro que não vamos ter sossego nesse campeonato. E que se for possível não depender de vitória na última rodada, melhor. Por que não dá para confiar que esse time fará o resultado na pressão, se precisar.

Um time que vença pelo menos um jogo contra cada adversário no campeonato se salva com louvor (57 pontos). Até aqui estamos nesse caminho, contra Cruzeiro (derrota e vitória) e Avai (vitória e empate). Já ganhamos do Palmeiras no turno. Daí virá a necessidade de ganhar da Ponte Preta, de quem perdemos no turno.

Alguns como Dorival viram um grande jogo do São Paulo. Sidão e Edimar tiveram falhas individuais comprometedoras. E com isso, poderíamos ter ganho, perdido ou empatado. Porque o jogo foi mais ou menos igual. Nada de “grande jogo”.

Valeu a viagem para rever o grande amigo Edson Schiavotelo e esposa, com direito a almoço dos melhores, no continente, com vista para a ilha.

9.269 torcedores, com estimados (por mim) 2.100 são-paulinos. O boletim financeiro da partida emitido pelo Avaí não é claro. Não tem linha separada para o setor visitante e soma o público das duas cabeceiras. De novo, grande presença da torcida tricolor, com cerca de 15 ônibus das organizadas e muitos avulsos.

Voltamos contra o Ponte Preta, num longínquo sábado, 09 de setembro, 19h00. Antes tem Palmeiras no Parque Antárctica, neste domingo, às 16h00. O fato é que não existe jogo tranquilo para nós.

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