Atlético-PR 1 x 0 São Paulo, Arena da Baixada, Campeonato Brasileiro, 18/09/2016

No jogo parecíamos bem caminhar para um empate. E seria um bom empate, aliás. Fora de casa e em campo onde a história mostra que passamos sérias dificuldades. Denis tinha salvo o ponto pelo menos duas vezes. O jogo ia algo equilibrado. Mas as saídas de Wesley e Maicon (por opção e por contusão) para as entradas de Michel Bastos e Lyanco acabaram enfraquecendo meio e ataque e bagunçando a defesa. Derrota, sim. Mas não vejo tragédia.

Embora o São Paulo tenha trucidado o Atlético-PR em campo na final da Libertadores de 2005 e embora o regulamento tenha sido cumprido na definição do local do 1º jogo (Beira Rio), enquanto o São Paulo não começar a ganhar na Arena da Baixada vamos ter que ouvir o “fugiu do caldeirão” a cada visita ao estádio atleticano.

Sobre o tratamento dado ao visitante na Arena da Baixada: foi do péssimo, até antes das reformas da Copa, ao muito bom, depois delas. Ao preço de R$ 100 o ingresso, diga-se. O setor visitante, que antes da reforma ficava na quina entre o “atrás do muro do colégio” e o “atrás da coluna do refletor” passou para atrás do gol (do mesmo lado onde ficava antes, mudando, entretanto, a rua de acesso). Ano passado no setor inferior, neste ano no superior, com mais espaço do que no inferior. Antes da Copa era frequente que os ingressos de visitante se esgotassem vários dias antes do jogo e a saída eram cambistas locais com muitos ingressos em mãos. Agora é possível comprar o ingresso de visitante pela internet, diretamente em site do Atlético-PR, sem taxa de conveniência, sem precisar retirar ingresso ou levar cartão de crédito ou débito. O simples voucher impresso dá acesso ao estádio. Diminuiu também uma certa hostilidade histérica que havia dos atleticanos contra os visitantes (pelo menos São-Paulinos). Enfim, boa experiência. Falta começar a ganhar lá.

Torcida do Atlético-PR, aliás, em pé de guerra com a diretoria do time por restrições a instrumentos, sinalizadores bandeiras, além de regras de acesso (biometria) e cadeiras colocadas no setor onde ficam a organizadas.

17.614 torcedores, com cerca de 2.000 tricolores.

Voltamos contra o Flamengo, no Morumbi, já em outubro.

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São Paulo 1 x 0 Cruzeiro, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 15/09/2016

Segunda vitória seguida pela primeira vez no Campeonato Brasileiro 2016. Dois adversários diretos deixados para trás: Figueirense e Cruzeiro.

Tem torcedor que parece desejar que os jogadores dos quais ele não gosta ou nos quais não acredita mais joguem mal. Isso vale para Wesley, Carlinhos, Michel Bastos. Valeu para o Denis até meses atrás. Não entendo, não concordo. O melhor para todos nós é que eles tenham confiança e melhorem. Wesley, por exemplo, foi bem nessas duas vitórias. Já Carlinhos entrou mal contra o Cruzeiro. E tive a impressão de ver torcedor contrariado com as boas atuações do Wesley e satisfeito com o mal jogo do Carlinhos. No caso do Carlinhos, para poder dizer que tinha razão. Tenham dó.

E eu não acho que a invasão do CT tenha contribuido para as duas vitórias e para essa certa evolução do futebol jogado pelo São Paulo.

15.566 torcedores, apoiando forte, como tinha sido contra o Figueirense, com 599 cruzeirenses.

Amanhã sido para Curitiba para presenciar, quem sabe, o fim do tabu na Arena da Baixada.

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São Paulo 3 x 1 Figueirense, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 11/09/2016

Depois de termos deixado pontos no Morumbi nos “confrontos diretos” recentes contra Chapecoense, Botafogo-RJ e Coritiba, finalmente a vitória. Denis vem fazendo defesas importantes e Chávez fazendo seus gols. Antes de mais nada, precisamos seguir ganhando e manter a distância segura da zona de rebaixamento. Eu confesso que não achava Ricardo Gomes o comandante certo para essa encrenca. Espero muito estar errado.

Sol do Saara, 27.365 torcedores, com cerca de 100 torcedores do Figueirense. Público não tão bom quanto os dos jogos anteriores às 11h00. Mas bem melhor do que vínhamos tendo nos recentes jogos em casa sem vitória contra Atlético-MG, Botafogo-RJ, Juventude e Coritiba.

Voltamos ao Morumbi 5ª feira no jogo contra o Cruzeiro. Mais um confronto direto.

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São Paulo 0 x 0 Coritiba, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 28/08/2016

No primeiro jogo pós invasão do CT, domingo ensolarado e pouquíssimo público. Se os jogadores andam devendo pelo futebol e pelos resultados ruins , a torcida anda também devendo pelo abandono. Agressão ou abandono, xingamentos ou abandono, não podem ser só essas as alternativas.

A meu ver, tirando Denis, Cueva e Chávez, todo os demais foram de regular para ruim. Podíamos ter ganho, com Chávez, perdido, não fosse o Denis. Mas não há dúvida de que foi mais uma partida de futebol insuficiente, sob qualquer ponto de vista.

7.836 torcedores, com cerca de 200 coxa-brancas.

De volta agora só em 11/09 contra o Figueirense no Morumbi.

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São Paulo 1 x 2 Juventude, Copa do Brasil, Morumbi, 24/08/2016

A derrota de 4a feira contra o Juventude pela Copa do Brasil foi vergonhosa. Mas a invasão do Centro de Treinamento hoje foi muito mais. Meus pêsames para todos nós são-paulinos.
6.643 torcedores, com cerca de 200 satisfeitos torcedores do Juventude.
Amanhã tem jogo contra o Coritiba no Morumbi. Estejamos preparados para o pior.
As fotos do jogo só estarão disponíveis na semana que vem.

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São Paulo 0 x 1 Botafogo-RJ, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 14/08/2016

Futebol é futebol, mas perder em casa para esse Botafogo-RJ é para mim chocante, surpreendente. O Botafogo-RJ tinha 1 vitória (Inter-RS), 2 empates (Coritiba e Sport) e 6 derrotas (Atlético-MG, Chapecoense, Corinthians, Fluminense, Ponte Preta e Santos) fora de casa até domingo. O São Paulo teve lá suas chances de marcar e vencer. Mas o gol de Sassá aos 48 minutos do segundo tempo sublimou a campanha indigente do São Paulo no Campeonato Brasileiro 2016. Os bons momentos em 2016 foram poucos, e vão ficando cada vez mais perdidos numa névoa incrível de falta de capacidade de jogar bem, se impor, decidir, marcar, ganhar. Uma atitude que apareceu poucas vezes no ano. Tiramos Ricardo Gomes do super Botafogo. E …?

14.399 torcedores, com cerca de 200 felizes botafoguenses. Torcida tricolor devendo em presença.

Não sou contra o terceiro uniforme (nem esse amarelo). Mas deveria haver critério mais rigoroso de uso. Talvez na Copa do Brasil e alguns jogos do Brasileiro fora de casa, exceto o 1º jogo com o uniforme, que tem que ser em casa mesmo. Final de FA Cup, que é o que de mais tradicional existe no futebol, é a mãe do 3º uniforme. Mas é tema polêmico.

Voltamos contra o Juventude, pela Copa do Brasil, dia 24/08.

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São Paulo 1 x 2 Atlético-MG, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 04/08/2016

Registros atrasados e ofuscados pela vitória de hoje sobre Santa Cruz.

Na última partida do Bauza como técnico do São Paulo, a impressão que ficou é de que o sistema defensivo, que era uma das especialidades do Bauza, não vai tão bem. Contra Chapecoense e Atlético-MG, para ficarmos nos jogos recentes, foram 2 gols em curto intervalo em cada um desses jogos. Levando o time a correr atrás do resultado na maior parte do jogo, desgastando. Mas não faltou luta nunca. E a torcida reconheceu a luta em ambos jogos. E esse fica sendo o legado principal do Bauza. Que não seja perdido.

Chávez agradou. E confirmou a boa impressão no jogo de hoje.

15.717 torcedores, com cerca de 700 atleticanos.

Voltamos ao Morumbi contra o Botafogo-RJ no dia dos pais.

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