Cruzeiro 2 x 1 São Paulo, Mineirão, Campeonato Brasileiro, 08/11/2015

Estive no primeiro do jogo do Doriva (Fluminense 2 x 0 São Paulo) e neste, que foi o último. Alguém pode então pensar ou dizer que a culpa é minha. Juro que não é.

A passagem do Doriva foi pífia e desastrada. Começou errado desde a contratação unilateral feita pelo Aidar momentos antes de ser expulso. E continou com teimosias, críticas públicas desnecessárias e erros de escalação e tática. Isso para ficar só no que se tornou público.

Do jogo, sobrará pouco. De positivo, talvez só a partidaça do Denis. Eu achava que a vaga ano que vem teria que ser do Renan. Muitos me disseram que não seria justo com o Denis, que esperou a chance anos na reserva. Parece que o Denis mostra que a vaga tem que ser dele não porque ele ficou mais tempo esperando a chance, mas porque ele está jogando muito.

Por fim, eu, fã do Osorio (quase viúvo), tenho que me curvar ao que disse na revista Placar o maior treinador vivo da história do São Paulo, Muricy Ramalho: “Osorio não poderia trocar o São Paulo nem pela maior seleção do mundo.”

33.417 torcedores, com cerca de 550 são-paulinos. Com duas notas no tema torcida. 1. Organizadas do São Paulo, exceto alguns integrantes da Dragões da Real, não acessaram o estádio. Depois se soube que os 7 ônibus da caravana foram retidos em Betim pela Polícia Militar de Minas Gerais às 15h00. Liberados cerca de duas horas depois, os integrantes da caravana chegaram ao portão de acesso ao estádio dos visitantes (via Mineirinho) às 18h30 e ali foram barrados pela Polícia Militar. Foi no mínimo um despreparo muito grande da Polícia em um jogo que não demanda maiores cautelas de segurança pela boa relação entre as torcidas, o que mais uma vez se comprovou neste domingo e espero continue a acontecer nos próximos anos no Morumbi e no Mineirão. 2. A boa relação entre as torcidas, de novo, se verifica do lado de fora do estádio, com são-paulinos e cruzeirenses bebendo juntos, conversando e circulando tranquilamente antes e depois do jogo. É curioso notar que a partir do momento em que as torcidas se vêem separadas, na “ponta” do acesso via Mineirinho ou já no estádio, são-paulinos no corredor dos bares e cruzeirenses do lado de fora, na esplanada, a boa relação vira xingamento (não falo em provocação, mas em xingamento). Não sou a favor da torcida misturada. Mas isso dá o que pensar. 3. Com bola rolando, aí sim tem xingamento e provocação, normal.

Voltamos daqui a duas quintas-feiras contra o Atlético-MG. Para ganhar.

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São Paulo 3 x 0 Sport, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 31/10/2015

Não tive ânimo para encarar o Santos x São Paulo na Vila Belmiro e já ao Morumbi sábado fui mais por hábito do que ânimo ou qualquer outra coisa. Comprei ingresso no próprio sábado, duas horas antes do jogo. A vitória e o resultado foram para mim muito surpreendentes. O Sport vinha de vencer Atlético Mineiro por 4 a 1, Palmeiras no Pacaembu por 2 a 0. Doriva atenuou sua teimosia e escalou Rodrigo Caio fora de sua “posição”. E depois fez Hudson entrar fora de “posição”. Isso depois de criticar em coletiva as “experiências” do Osorio.

Ainda brigamos pela vaga na Libertadores de 2015. Cruzeiro fora, Atlético Mineiro em casa, Corinthians fora, Figueirense em casa, Goiás. Os últimos jogos do Rogério Ceni. Contento-me com um final de ano de resultados dignos nesses últimos 5 jogos. E preocupo-me mais com o técnico do que com o time de 2016.

14.002 torcedores, com boa presença de rubro-negros.

Vamos para Belo Horizonte contra o Cruzeiro.

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São Paulo 1 x 3 Santos, Morumbi, Copa do Brasil, 21/10/2015

Mais um capítulo da nossa sina contra o Santos em semifinais, que já vem de 2010, 2011 e 2015 pelo Paulista. Já vai mais para calvário do que sina.

Para aumentar nossa penitência, os céus caíram na cabeça dos presentes, em autêntico dilúvio bíblico digno de Noé.

Conseguir tirar essa desvantagem na Vila Belmiro na semana que vem será praticamente um milagre.

Vamos torcer, mas não ando com muita fé não.

26.434 torcedores, cerca 1.100 santistas.

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Santos 3 x 0 São Paulo, Vila Belmiro, Campeonato Brasileiro, 09/09/2015

Foram mais de duas horas e meia de paciência para descer a Serra do Mar, com operação comboio. E mais de uma hora – do 1º gol do Santos em diante – de desesperança, já na Vila Belmiro. Depois que saiu perdendo, o São Paulo não deu pinta de que poderia empatar, nem diminuir, já com o 2 e depois o 3 a 0 no placar. Não fizemos o goleiro santista trabalha, e levamos gol de zagueiro, gol de atacante reserva, gol de artilheiro. Enfim, mais um resultado decepcionante em clássicos disputados fora de casa esse ano. E ainda falta o Corinthians no Itaquerão em novembro.

Rogério (atacante) que animou contra o Inter-RS, não foi bem em Santos. Minha impressão, aliás, é de que só o Renan foi bem, apesar dos três gols.

Mesmo assim, continuo acreditando no Osorio, e apoiando o time, o elenco. Esse é o elenco até o fim do ano. Eu acho que é pior barbarizar ou criar clima negativo nos jogos em casa. Sou contra xingar os nossos jogadores em coro durante os jogos.

Foram (pouquíssimos) 5.552 torcedores, sendo 650 tricolores (de uma carga de 800 ingressos). Independente e Dragões em 4 ônibus entraram só no segundo tempo. Deu para ouvir bombas momentos antes que eles chegassem. Depois soube pelos jornais que foi uma mal sucedida emboscada dos santistas contra as organizadas do São Paulo. Vila Belmiro não muda para o visitante…

Voltamos 5ª que vem, contra a Chapecoense.

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São Paulo 3 x 0 Ponte Preta, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 29/08/2015

29/08, o dia em que o São Paulo voltou a vencer no Campeonato Brasileiro.

29/08, o dia em que disseram que o Ganso foi o melhor em campo. Não foi, aliás, não entendo como após o 1º gol tricolor, em que ele teve participação direta, preferiu se agaixar e amarrar a chuteira ao invés de explodir em comemoração com os demais jogadores . Não se escolhe vibrar, logo…

29/08, o dia em que talvez o Pato tenha vestido a camisa do São Paulo pela última vez. Espero que não.

29/08, o dia do aniversário de um dos maiores são-paulinos, Cabral. Que estava no estádio.

29/08, dia em que o Michel, outro dos maiores são-paulinos, não estava lá, por dura situação familiar. Fica o meu abraço.

4ª feira vamos conhecer a Arena Joinvile.

12.145 torcedores, com cerca de 300 ponte-pretanos.

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São Paulo 3 x 2 Santos, Morumbi, Campeonato Brasileiro, 03/06/2015

O San-São de quarta-feira teve nome e sobrenome: Rogério Ceni. Qual jogador, além de Rogério Ceni, defende um penalti, leva um frango e faz o gol da vitória, tudo isso no mesmo jogo? Só Rogério Ceni. Não tenhamos dúvida de que ele fará muita falta, seja agora em julho ou em dezembro.

O ponto fraco fica para o público. 13.847 torcedores (com cerca de 1.500 santistas presentes). É público de final de campeonato na Vila Belmiro. Mas no Morumbi, não dá pé. É pouco.

Sábado, às 22h00, é contra o Grêmio no Morumbi.

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São Paulo 1 x 0 Cruzeiro, Morumbi, Libertadores, Oitavas de Final, 06/05/2015

Fica mantida a sina de grandes vitórias com grandes públicos do São Paulo contra o Cruzeiro no Morumbi em anos recentes. Vitórias por 2 a 0 (público de 46.258) em 2006, 1 a 0 (60.567) em 2007, 3 a 0 (51.800) em 2009, 2 a 0 (52.196) em 2010, 1 a 0 (40.457) em 2012, 2 a 0 (58.627) em 2014. Os 2 a 0 em 2008 e 2 a 1 em 2011 não contam porque o público foi só de 20.762 e 12.352 pessoas, respectivamente.

Este 1 a 0, para 66.369 torcedores (cerca de 2.500 cruzeirenses) foi um grande resultado. Nos leva ao Mineirão com a vantagem, para jogar de igual para igual contra o Cruzeiro. E consolida o espírito desse time na Libertadores, de buscar o resultado até o fim, como foi contra o San Lorenzo no Morumbi e Danubio em Montevideo. Vamos para a briga quarta-feira.

Antes, amanhã, Flamengo no Morumbi.

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